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31/03/2012

Dislexia

Vivemos num mundo em que a palavra ganhou asas pela rapidez com que é difundida, emagreceu pela quantidade de letras que lhe é suprimida tantos que são os q, qd, pq, td, bj, é violentada pela substituição...

            *****
        2012.03.31
nn(in)metamorphosis

Insanidade


A insanidade tem o seu fascínio, nunca é repetitiva e também é imprevisível...  Só ela ajuda a suportar o morno em que a vida se transforma...

*****
        2012.03.31
nn(in)metamorphosis


30/03/2012

Diz-me...



Diz-me…
Tens tu,

Abraços que morreram em ti mesmo?
Beijos mordidos na própria boca?
Desejos aprisionados na fantasia?
Lágrimas que nasceram risos?
Olhares que morreram antes de chegar?
Palavras que não chegaram a ser?
Ternuras que se afogaram em si mesmas?
Vontades que se ficaram no intuito?

Não,
Não digas!
Apenas chora comigo

               *****
            2012.03.30
      nn(in)metamorphosis 




Hoje sou saudade


23/03/2012

Espaços em branco

Os espaços em branco são lugares perfeitos... Adoro reticências, abuso delas na minha forma de expressão... É lá que se escondem as minhas subliminares apostas nos sonhos, os segredos bem guardados...

******
      2012.03.23
nn(in)metamorphosis


Chocolate apimentado



Da tua boca tomo o gosto
do sabor apresentado,
que se mistura no meu,
e no beijo se traduz, chocolate
apimentado
E o meu corpo se incendeia
se por ele em devaneio
a tua mão se passeia
Perco o rumo, perco a ideia
fico brasa incandescente
fico loba sendo gente
prato cheio à nossa fome
de doçura apimentada
de malicias e caricias
Odor forte qu’ enche o ar
do amor feito, acabado
chocolate
apimentado

Mas se de novo nasce beijo…

Da tua boca tomo o gosto
do sabor apresentado,
que se mistura no meu,
e no beijo se traduz chocolate
apimentado (…)

 *****
2012.03.23
nn(in)metamorphosis



18/03/2012

Insónia

Existe uma vaga petulância no torpor de uma insónia. Milhares de pensamentos e imagens atravessam-nos a mente qual rua plena de bulícios de cidade, uma sensação de descolar o corpo da mente…

*****
       2012.03.18
nn(in)metamorphosis

17/03/2012

Sem omissões

Tenho procurado sempre, por algo que nunca conseguia ver em mim. Segundos, minutos, horas, meses, anos...  A tentar encontrar o que sempre esteve aqui. A tentar ser exactamente aquilo que sou
Sem dor, sem mágoa, sem esforço
Apenas sem omissões
Agora… eu estou a conseguir

******
        2012.03.17
nn(in)metamorphosis


29/02/2012

Diz-me ao ouvido



Diz-me baixinho
palavras que me desmontem devagar
Fica perto sem promessas ao futuro
apenas agora
 
Deixa no ar o calor do teu abraço
traz contigo essa luz que me invade
E nesse teu jeito tão teu de existir
encontra morada o meu jeito de te amar

                                                                       

 ***

2012-02-29 - Diz-me ao ouvido 
nn(in)metamorphosis



26/02/2012

A perpetuação dos sentidos


Sim... Seria ideal a perpetuação dos sentidos a que me atrevo nas ambições expressas nos poemas delirados... porém na realidade em que vivo, aprendo a apreciar a cada dia que passa, o mágico segundo de eternidade...


***
2012-02-26 - A perpetuação dos sentidos
nn(in)metamorphosis




19/01/2012

Silêncios Incendiários

Há momentos em que amordaço as palavras
aquelas que queimam tudo o que tocam…  
e vivo o silêncio.


***
2012-01-19 - Silêncios Incendiários
nn(in)metamorphosis


26/12/2011

Sinto falta...




Sinto falta… 
muita falta
daquele sorriso
que surge simplesmente
por pura felicidade


dos que teimam em escapar
pelos cantos da boca
que iluminam o dia
com a luz que trazem
lá de dentro
do fundo do coração
da alma em festa...

*****
2011.12.26
nn (in) metamorphosis

17/12/2011

Busco



Busco nos olhos o gosto do sorriso...

Busco no toque o gosto da pele...

Busco no cheiro a sensibilidade da alma...

Busco em cada noite fria o calor do dia...

Busco no dia o fresco da noite, mas sem perder o brilho da manhã...


*****
17.12.2011
nn (in) metamorphosis

02/12/2011

África

Sinto no peito bater tão forte,
Saudade da terra que fascina,
Onde vi jogos de vida e morte,
Entre gentes de alma cristalina!
 
Provei teu chão, terra abençoada,
Mata hostil, repleta de surpresas,
Senti o calor da tua queimada,
E esse fogo deixou minh’alma acesa!
 
Teu povo, nativo, só me encantou,
Em cantos, lendas, saber alquebrado,
Tua côr e negrura meu sêr inundou,
Num breve romance, de sonhos bordado!
 
Bate no peito teu ritmo marcado,
Teu balanço embala o meu sêr,
Com batuque, qual hino encantado,
Da fibra e da força do teu vivêr!
 
Dás na dança, a imagem da vida,
Tradições, em teus sensuais maneios,
Na machamba, a tua comida,
E, na mata, teu fim, ... e teus meios!!
ÁFRICA ! ! !


Mário Resende




Poema enviado por: Blog 6ª feira


***
2011-12-02 - Àfrica
nn(in)metamorphosis


29/11/2011

Trajecto



Na vertigem do oceano
vagueio
sou ave que com o seu voo
se embriaga
Atravesso o reverso do céu
e num instante
eleva-se o meu coração sem peso
Como a desamparada pluma
subo ao reino da inconstância
para alojar a palavra inquieta
Na distância que percorro
eu mudo de ser
permuto de existência
surpreendo os homens
na sua secreta obscuridade
transito por quartos
de cortinados desbotados
e nas calcinadas mãos
que esculpiram o mundo
estremeço como quem desabotoa
Mia Couto



Poema e imagem enviado por: Fernando Martinho


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2011-11-29 - Mia Couto "Projectos" - Recebi e Gostei
nn(in)metamorphosis



25/11/2011

Tic Tac


Tic tac Corre o tempo 
Tic tac Tão veloz 
Tic tac Sem lamento 
Tic tac Atrás de nós 

Tic tac Onde vais? 
Tic tac Vivo a vida 
Tic tac E o amor?
Tic tac É sem medida 

Tic tac Onde paramos? 
Tic tac Não sabemos 
Tic tac E o sentido? 
Tic tac É só vivermos 

Tic tac Parece pouco 
Tic tac Mas é tanto! 
Tic tac num sorriso 
Tic tac ou até pranto 

Tic tac e descansar? 
Tic tac O ar não espera 
Tic tac Vive a voar 
Tic tac Logo é quimera 

Tic tac E quanto tempo 
Tic tac Dura uma vida 
Tic tac Dura o momento 
Tic tac e é despedida...


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2011-11-25 - Tic Tac
nn(in)metamorphosis



Saudade


Não é difícil falar de saudade,... 
É doloroso vivê-la... 
E difícil amá-la quando deixa dilacerado e em pedaços o coração



***
2011-11-25 - Saudade
n(in)metamorphosis



29/07/2011

Viajante fatigada


Viajante fatigada
E de meu, não tenho nada
 
Só a saudade estafada
Só a tristeza agressiva
Que me abate a cada instante
Que leva meu sopro de vida
  
Sou o sul não tendo o norte  
Sou solidão ambulante
Das tristezas desta vida
Só me livra a própria morte
 
Viajante fatigada
E de meu, não tenho nada
Mas esse nada… é meu!

***
2011-07-28 - Viajante fatigada
nn(in)metamorphosis




27/07/2011

Asas do Pensamento


Preciso de sonhar: de escapar nas asas livres do pensamento, longe desse espírito de rebanho que insiste, teimosamente, em delimitar-me, seja no que for.
Que até o mais insignificante dos meus actos seja o melhor de que fui capaz.
Preciso de sonhar, porque, se a isso renuncio, apaga-se a última luz e nada mais valerá a pena.




****

2011-07-27 – Asas do Pensamento
nn(in)metamorphosis



02/07/2011

Quando a noite cai em mim


Sob o negro do celeste tecto
há noites em que me perco de mim
A ausência torna-se abrigo
como se nela pudesse enfim descansar

Depois de tantos anos de luta
restou um vazio quieto em mim
que me suspende num silêncio cansado
e nunca aprendo a nomear

Olho o vazio das noites
e os passos já gastos no caminho
E há um embaraço fundo
em continuar a existir
quando já não sei como regressar a quem fui

 

 

***

2011-07-01 – Quando a noite cai em mim
nn(in)metamorphosis


16/03/2011

Rabisca Palavras


Rabisca palavras
no aconchego da noite
que é sua amiga

Rabisca na intimidade
do mesmo modo
que sonha
do mesmo modo
que ama

Passa a noite
chega o dia

Dissolve o cansaço
deixando-o passar

Põe
no olhar
o olhar de esperar

Pinta
na boca um sorriso
no rosto um rubor

e aguarda a noite
com a insónia ao lado
para rabiscar palavras

 

***

2011-03-15 – Rabisca Palavras 
nn(in)metamorphosis


02/03/2011

Quando o dia finda

imagem manipulada por mim

Quando o dia finda
e a noite cai
eu também…

A casa continua igual
mesmo quando não se olha

Fica o copo onde ficou
a luz onde sempre esteve

Enrosco-me em mim
e a lua aparece
sem pedir lugar

E essa lua que eu vejo
tu também…
como quem já viu muitas vezes
e não estranha

E é de todos
e é nossa…
como o que ficou
sem ter sido decidido

Quando o dia finda
e a noite cai
eu também…

É quando eu sei
que tu existes
tu estás
como sempre estiveste
e eu… fico aqui

há coisas que não se vão
nem se resolvem

ficam
como palavras antigas
que já não precisam de voz

e o silêncio não pesa
encaixa

Quando o dia finda
e a noite cai
eu também…

e a noite passa
sem surpresa

e nós também



***

2011-03-02 – Quando o dia finda 
nn(in)metamorphosis


27/02/2011

Quase ilusão



Lua Cheia

desperta emoções
incendeia sem pedir licença

alegrias curtas
como faíscas no escuro

ilumina a estrada
mas não promete destino

enche noites vazias
de sonhos que não ficam

uivo de lobos ao longe
amantes em órbita instável

prata fria no céu
quase toque
quase ilusão

 

***

2011-02-26 – Quase ilusão - LLunar
nn(in)metamorphosis


13/02/2011

Pimentinha


Quente
arisca
pavio de dinamite

Alimenta-se de pimenta
em tempero vivo
sensível ao toque

Há um ponto de ebulição
em rubra insinuação
sem pudor

Na ponta da língua, o vestígio
na veste vermelha, a promessa
lasciva intenção em suspensão

Carne no ponto
de arder

 

***

2011-02.13 – Pimentinha 
nn(in)metamorphosis


28/01/2011

Estação sem Nome

Qual a estação em que se vive
quando já não se é Primavera
tão-pouco Inverno

Há um Outono demorado
na respiração do vento
no tombar lento das folhas
na forma como o tempo
se esculpe no rosto
e pesa sobre o corpo

Aprende-se, em silêncio
a fadiga dos dias
a medida exacta das horas
e a sombra das despedidas

Mas há sempre
num lugar que o tempo não alcança
um sol de Verão que permanece

É ele que aquece
as manhãs mais frias
que amadurece a esperança
e ilumina a travessia

entre aquilo que passou
e aquilo que ainda pode florescer

 

***

2011-01-28 – Estação sem Nome
nn(in)metamorphosis


21/01/2011

É mesmo genial!!!


Tem que saber ler com paciência. Óptimo exercício!

O que falta no texto ? 
Tente achar, antes de ver a resposta (no final)...


Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível.
Pode-se dizer tudo com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso reconhecimento
Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo.
Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos.
Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente
esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês.
Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.







Descobriu?




Não?




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..
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O texto não tem a letra "a".


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Recebi e gostei da - GisleTwo


16/01/2011

Entre Margens


Há um silêncio entre duas margens

um silêncio fundo, lento
capaz de engolir cada palavra
antes do eco, antes do sentido

Há um minuto suspenso

entre cada gesto
mesmo quando o mesmo compasso
bate dentro do peito

Há uma distância invisível

sobre a pele
mesmo quando o abrigo dos braços
convida ao sono tranquilo

Talvez haja um lugar sem distância

um segundo inteiro, intacto
um olhar absoluto
onde nenhuma ausência sobreviva

Talvez haja um silêncio perfeito

desses que dizem tudo
sem pedir voz nem linguagem

tão sereno como o descanso do entardecer
sobre cabelo iluminado
chamando o calor das mãos

E talvez nem os dedos alcancem
esse breve milagre de tocar



***
2011-01-16 - Há um Silêncio
nn(in)metamorphosis


13/01/2011

Parabens mãe



Hoje comemoras mais um aniversário, parabéns mãe,
não trago presentes, presentes são apenas coisas,
trago o que vale a pena, sentimento num beijo com muita saudade.


***
2011-01-13 - Parabéns mãe
nn(in)metamorphosis


01/01/2011

Feliz Ano Novo - 2011




Feliz Ano Novo

Não há mais champanhe
E os fogos acabaram
Aqui estamos, tu e eu
Sentindo-nos perdidos e tristes
Esse é o fim da festa
E a manhã parece tão cinzenta
Tão diferente de ontem
Agora é o momento de dizermos

Feliz ano novo
Feliz ano novo

Desejo que tenhamos uma visão de agora e sempre
De um mundo onde cada vizinho é um amigo

Feliz ano novo
Feliz ano novo

Desejo que tenhamos nossas esperanças nossas vontades de tentar
Se nós não fizermos o que podemos, será como descansar e morrer
Tu e eu
(...)

"A new year is coming...
So close my eyes, find deeply in my heart and make a wish, a secret wish...Who knows?
Maybe one of these days it will come true..."

Um novo ano que começa ...
Então fecho os olhos, procuro fundo no meu coração e peço um desejo,
um desejo secreto ... Quem sabe?

Talvez um destes dias se torne realidade...

Feliz Ano Novo
para mim... para ti...


***
2011-01-01 - Feliz Ano Novo 2011
nn(in)metamorphosis


24/12/2010

Hoje vou escrever-te


Hoje vou escrever-te, com o sabor de outros tempos… nestes novos e virtuais, perdeu-se o hábito do correio em envelope selado e papel de linhas, onde se escrevia em boa caligrafia, e se dizia de nós e se perguntava de vós…

Havia o papel normal, onde se falava da cidade, da aldeia, do cinema, das colheitas, da vida quotidiana afinal… O de avião para os distantes da vista e perto do coração. O de fantasia, por vezes, até perfumado, usado pelo enamorado e o aerograma que alegrava a vida do soldado.

Mas, hoje…

Hoje trago-te o sabor e o cheirinho a filhós a coscorões, bolo rei e rabanadas que tinha o cartão de Boas Festas, com votos de mil coisas boas, desejadas.

Hoje, deixei o e-mail de lado e escrevo para ti, à moda antiga, usando caneta e papel para te desejar um Feliz Natal, um Ano Novo cheio de realizações...
e faço-o de modo sentido, sem copy past de uma qualquer frase feita  e usada por milhões, hoje para ti, aquele abraço aquele beijo.


Hoje e sempre, da amiga
noname


***
2010-12-24 - Hoje vou escrever-te
nn-metamorphosis


12/12/2010

Muito mais que pão...


Hoje, foi autorizado aos restaurantes darem as comidas sobrantes a quem precisa.
Talvez desta forma deixemos de ver tanta gente a correr e a lutar por um lugar à frente do contentor mais próximo.
Gritamo-nos “livres” e nem donos somos das sobras dos nossos estabelecimentos. Teve de haver uma autorização governamental para que pessoas de boa vontade pudessem contribuir para matar a fome de um país cada vez mais na penúria, resultado de governos “desgovernados” e corruptos, de governantes gordos e reluzentes nos seus fatos “Armani” e carros luxuosos comprados com o nosso dinheiro.
E falamos, falamos… mas nada fazemos neste país de bananas, governado por sacanas...
Hoje, muita da minha gente já terá uma refeição. Bem-haja aos benfeitores. Mas melhor do que isso seria o meu país ter trabalho e vencimentos dignos, para que cada um pudesse ganhar o seu próprio pão.


Melhor que dar o peixe é ensinar a pescar


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2010-12-12 - Muito mais que pão
nn(in)metamorphosis