Viajante fatigada
E de meu, não tenho nada
Só a saudade estafada
Só a tristeza agressiva
Que me abate a cada instante
Que leva meu sopro de vida
Das tristezas desta vida
Só me livra a própria morte
Viajante fatigada
E de meu, não tenho nada
Mas esse nada… é meu!
E de meu, não tenho nada
Só a saudade estafada
Só a tristeza agressiva
Que me abate a cada instante
Que leva meu sopro de vida
Sou o sul não tendo o norte
Sou solidão ambulanteDas tristezas desta vida
Só me livra a própria morte
Viajante fatigada
E de meu, não tenho nada
Mas esse nada… é meu!
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2011-07-28 - Viajante fatigada
nn(in)metamorphosis
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