Preciso de sonhar: de escapar nas asas livres do
pensamento, longe desse espírito de rebanho que insiste, teimosamente, em
delimitar-me, seja no que for.
Que até o mais insignificante dos meus actos seja o melhor de que fui capaz.
Preciso de sonhar, porque, se a isso renuncio, apaga-se a última luz e nada mais valerá a pena.
Que até o mais insignificante dos meus actos seja o melhor de que fui capaz.
Preciso de sonhar, porque, se a isso renuncio, apaga-se a última luz e nada mais valerá a pena.
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2011-07-27 – Asas do Pensamento
nn(in)metamorphosis
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