O silêncio entre os que se amam nunca é
vazio
mora entre mãos que se procuram
entre olhares que se encontram
e permanecem
não pede palavras
nem explicações
senta-se à mesa
caminha ao lado
fica acordado quando a noite custa mais
é um lugar onde não é preciso fingir
nele cabem as alegrias pequenas
as preocupações que não se dizem
a serenidade da companhia
porque há amores que falam muito
e amores que apenas ficam
tantas vezes
o que mais aproxima
é esse silêncio cheio de presença
que repousa entre dois corações
como uma luz acesa numa casa habitada
mora entre mãos que se procuram
entre olhares que se encontram
e permanecem
não pede palavras
nem explicações
senta-se à mesa
caminha ao lado
fica acordado quando a noite custa mais
é um lugar onde não é preciso fingir
nele cabem as alegrias pequenas
as preocupações que não se dizem
a serenidade da companhia
porque há amores que falam muito
e amores que apenas ficam
tantas vezes
o que mais aproxima
é esse silêncio cheio de presença
que repousa entre dois corações
como uma luz acesa numa casa habitada
***
2026-06-24 – Silêncios habitados
nn(in)metamorphosis
nn(in)metamorphosis
Há silêncios e silêncios. Se é que me faço entender.
ResponderEliminarBom dia de quarta, dona no.
E, quem já experimentou diferentes silêncios, sabe bem a diferença...
ResponderEliminarSem dúvida.
EliminarBoa tarde, Fox