CÓDIGOS A RETER
460 a 469 e 481
Obrigada, Zé kikuerra
Desafio: Escreve um final
Dou-te quase tudo" - Que nunca nos falte o amor
segunda-feira, fevereiro 21, 2022
****
O
meu final
2022-02-22
nn-metamorphosis
1 criança, 1 jovém, 1 adulto, na sua própria história
2022-02-16
nn-metamorphosis
“Carpe Diem”
o belo e encantador poema de Walt
Whitman
Carpe Diem é uma frase em
latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou
aproveite o momento. É também utilizada como uma expressão para solicitar que
se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o
prazer imediato, sem medo do futuro.
Vindo da
decadência do império Romano o termo Carpe diem era dito para retractar o “cada
um por si”, devido o império estar se desfazendo, naquele momento a visão de
que cada dia poderia ser realmente o último era retractado pela frase que hoje
é utilizada como uma coisa boa, porém sua origem vem do desespero da destruição
de um grande império antigo.
No filme “A
Sociedade dos Poetas Mortos”, o personagem de Robin Williams, Professor
Keating, utiliza-a assim:
“Mas se você
escutar bem de perto, você pode ouvi-los sussurrar o seu legado. Vá em frente,
abaixe-se. Escute, está ouvindo? – Carpe – ouve? – Carpe, carpe diem, colham o
dia garotos, tornem extraordinárias as suas vidas.”
O poema
relacionado à ideia de Carpe Diem, de autoria de Walt Whitman, utilizado como
mote no filme:
Aproveita o dia (Walt Whitman)
Aproveita o dia,
Não deixes que termine sem teres crescido um pouco.
Sem teres sido feliz, sem teres alimentado teus sonhos.
Não te deixes vencer pelo desalento.
Não permitas que alguém te negue o direito de expressar-te, que é quase um
dever.
Não abandones tua ânsia de fazer de tua vida algo extraordinário.
Não deixes de crer que as palavras e as poesias sim podem mudar o mundo.
Porque passe o que passar, nossa essência continuará intacta.
Somos seres humanos cheios de paixão.
A vida é deserto e oásis.
Nos derruba, nos lastima, nos ensina, nos converte em protagonistas de nossa
própria história.
Ainda que o vento sopre contra, a poderosa obra continua, tu podes trocar uma
estrofe.
Não deixes nunca de sonhar, porque só nos sonhos pode ser livre o homem.
Não caias no pior dos erros: o silêncio.
A maioria vive num silêncio espantoso. Não te resignes, e nem fujas.
Valorize a beleza das coisas simples, se pode fazer poesia bela, sobre as
pequenas coisas.
Não atraiçoes tuas crenças.
Todos necessitamos de aceitação, mas não podemos remar contra nós mesmos.
Isso transforma a vida em um inferno.
Desfruta o pânico que provoca ter a vida toda a diante.
Procures vivê-la intensamente sem mediocridades.
Pensa que em ti está o futuro, e encara a tarefa com orgulho e sem medo.
Aprendes com quem pode ensinar-te as experiências daqueles que nos precederam.
Não permitas que a vida se passe sem teres vivido…
Walter Whitman (1819 – 1892) foi um jornalista, ensaísta
e poeta americano considerado o “pai do verso livre” e o grande poeta da
revolução americana.
Retirada de: Pensar
Contemporâneo
2022-01-09
noname-metamorphosis
Tenho
uma certeza quase inabalável, de que sempre foi assim. No último dia de um
qualquer ano, se pede a Deus e a todos os Santos, sejam quais forem os deuses e
os santos, um rol imenso de desejos que se gostaria de ver cumpridos. E se o
novo ano não puder ser melhor que o anterior, pelo menos não seja pior. Os
desejos pedinchados e enviados aos diversos destinatários, levam a inerente
vontade de um cumprimento seguro. Ninguém lembra se no ano anterior, os pedidos
formulados foram ou não cumpridos. Isso não interessa nada. Os desejos devem
ser feitos na passagem de testemunho para um tempo novo. Claro que os tempos
foram mudando assim como as mentalidades e até os desejos. Contudo, há alguns
desejos que se mantêm iguais ao longo de séculos, como se fossem irrevogáveis
nos contornos do rol de solicitações formuladas. Os outros, os que podem mudar,
variam com a conjuntura, seja ela climática, política ou até social.
Assim,
dando cumprimento à tradição, formulei, na passagem de ano, as pedinchices do
costume e mais algumas, entre elas, as seguintes:
-
Colheitas fartas cheguem aos nossos campos.
-
Belas flores surjam nos nossos jardins, perfumando as nossas vidas.
-
Saúde, Paz e prosperidade, para este mundo doente, sempre em conflito, sempre
muito mais pobre que rico.
Nos 365 dias que nos esperam, havemos de nos encontrar, sem máscara, ou não, pelos
corredores da blogosfera.
Até
já!
***
2022-01-01
noname-metamorphosis
01JAN
Ode À Alegria
Ludwig van Beethoven
Que a paz, a saúde e o amor estejam presentes em todos os dias deste novo ano que em breve se inicia.
Ah! que não faltem uns trocos para poder gozar-se os 3 primeiros votos com alegria.
Feliz Ano Novo!
Rua da Albufeira n° 15, Chão de Vento
3450-333 Mortágua
TLF: 231 920 978
E-mail: geral@caesguia.org
Web: www.caesguia.org
FB: facebook.com/caesguia.org
A ABAADV - Escola de Cães-guia para Cegos - está reconhecida como Instituição Particular de Solidariedade Social por publicação no Diário da República nº 164, III série, de 18 de julho de 2000.
- terá que fazer o seu donativo até 31 de Dezembro para contar para o apuramento de 2021,
PT50 0010 0000 4891 7060001 17 ou,
Ajude-nos a levar esta ajuda técnica, que traz maior autonomia e liberdade de movimentação, a quem mais precisa.
ou não
Aqueles são os homens do lixo, pai?
Não, filho, aqueles são os senhores da
limpeza
Os homens do lixo somos nós.
Desta feita por: Patrik Prosko - 3D anamorphosis of Tomas Kryza
a·na·mor·fo·se |ó|
(grego anamórfosis, -eos, nova formação, transformação)
nome feminino
1. Representação ou imagem que parece deformada ou confusa e
que se apresenta mais regular ou mais perceptível em determinado ângulo ou
posição ou ainda através de lente ou espelho não plano.
Tarde pintada
Por
não sei que pintor.
Nunca
vi tanta cor
Tão
colorida!
Se
é de morte ou de vida,
Não
é comigo.
Eu,
simplesmente, digo
Que
há tanta fantasia
Neste
dia,
Que
o mundo me parece
Vestido
por ciganas adivinhas,
E
que gosto de o ver, e me apetece
Ter
folhas, como as vinhas.
Miguel
Torga
Outono
Das anecoicas
A vida é o ruído
entre doi silencios abismais
o silêncio antes de nscer
e
o silêncio após a morte
***
2021-06-22
nn(in)metamorphosis
Rua da Índia, 76 - BIBLIOTECA.
Talvez, porque a minha vida foi feita por vários lugares, umas vezes porque a vida profissional do pai assim o determinava, outras, porque a política e a politiquice apenas olhando os seus interesses, não acautelam milhares de outras vidas.
Seja qual tenha sido o motivo, fui sendo arrancada, daqui e dali, sempre que começava a criar raízes e, por isso, não dei conta de como a modernidade ia descaracterizando esses lugares que levava gravados na lembrança e no coração a cada mudança. Até que, ao voltar, os visitei, e me senti estrangeira. Que lugar era aquele? Não fora as pessoas que um dia conheci, eu seria uma turista, não uma filha da terra, ainda que adoptiva, que conhecia pelo nome o sr. do talho, da dona da loja de tecidos, do café da esquina, da papelaria, de cada amiga construída, de cada colega de turma, de cada vizinho próximo, cada canto do jardim, cada rua.
Ao ler o post que referencio no inicio, tive a certeza. Sou uma desenraizada. Alguém que, há muito, grava no peito, pessoas, momentos e sentires, mas já não enleia, em esteios de pedra e cal, as raízes. Porque essas, quando menos se espera, vem a mudança e corta-as, vem a modernidade e arranca-as em nome de qualquer estrada, qualquer praça, qualquer avenida, qualquer desejo de um poderoso, levando tudo à frente.
"
Dizem que é assim que os lugares se desenvolvem mas é assim que eles morrem também." em Rua da India, 76
***
2021-06-07
nn(in)metamorphosis
Pensei terem morrido
Para além de ser feliz contigo
pensei não ter mais sonhos
Mas tenho.
***
2021-05-23
nn(in)metamorphosis