Nesta coisa da blogosfera, desafiar é um modo, não só de aumentar audiências, como de saudável convivência entre bloggers, ao mesmo tempo que se estimula a vontade de continuar por cá.
Eu acho giro, e sempre que posso, e me sinto mais ou menos à vontade, no tema, não deixo de participar.
Por norma, quem desafia:
- Dá o mote
- Dita as regras
- E solicita que, por e-mail, lhe seja facultado o link da participação.
Isto, para que possa, não só comentá-la, como no final, agradecer a todos e cada um, no seu próprio blog, permitindo que, também estes, possam usufruir de novos seguidores.
Neste último desafio, quem me incentivou, foi a Janita, não a desafiadora, que não sigo nem me segue - (só para justificar que, se não fosse a "chaga :-))" da Janita, eu nem participaria - não porque não tivesse dado conta do desafio que corria, uma vez que sigo a Janita o Sam Seaborn e o JLynce ) mas porque não fazendo parte dos seguidores da desafiadora, não teria tanto à vontade para o fazer.
Deste modo acabei a participar não participando, mas deu-me gozo.
O que me causou espanto, e até um poucochinho de desagrado - é verdade, e agora? - foi constatar que, as respostas/comentários da desafiadora, pouco mais foram que agradecimentos lacónicos, sem emotividade - e até à data, não tenho conhecimento de ter sido feito um agradecimento público, a quem gastou o seu tempo, no mínimo, a prestigiar alguém, que me pareceu, não dar a mínima.
A lei do retorno, aqui, passou ao lado.
E assim se caminha pela blogosfera, como na vida?
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2019-09-02
nn(in)metamorphosis
NOTA: A existirem comentários a favor, contra ,ou nem por isso, eu aceitá-los-ei, mas não os comento, uma vez que cada um terá a sua opinião, e a minha já a dei.