Na
quietude de um instante
há um eco silencioso
onde o pensamento faz casa
e a presença se demora
há um eco silencioso
onde o pensamento faz casa
e a presença se demora
onde
as sombras tocam a pele
e a palavra está ausente
como se tudo se guardasse
num suspiro sem som
O
ar hesita entre luz e sombra
a penumbra toca a alma
e sem medo
deixo-me ser
Que
o céu me ofereça a madrugada
a certeza de um novo dia
e a inquietude de existir
***
2026-04-02 - Que o céu
me ofereça a madrugada
nn(in)metamorphosis
nn(in)metamorphosis
Que belíssimo soneto!!!
ResponderEliminarBom dia, dona no.
O nascer da luz, tem destas coisas.
ResponderEliminarBoa tarde, sô António