Volta! gritou a saudade
pelos campos leves da mocidade
onde o tempo corria sem peso
Lembra! disse a memória
trazendo tardes sem fim
e risos soltos ao vento
Esquece! aconselhou a razão
já com passos mais lentos
e olhos cansados de distância
Mas a mocidade não ouve
nem volta quando chamada
nem se deixa prender em lembrança
fica apenas como um sopro
entre o que fomos e o que somos
um clarão breve que insiste em arder
pelos campos leves da mocidade
onde o tempo corria sem peso
trazendo tardes sem fim
e risos soltos ao vento
já com passos mais lentos
e olhos cansados de distância
nem volta quando chamada
nem se deixa prender em lembrança
entre o que fomos e o que somos
um clarão breve que insiste em arder
2026-04-22 - Entre o Fomos e o Somos
nn(in)metamorphosis
nn(in)metamorphosis
Gostei do que li, dona no.
ResponderEliminarTenha um bom dia.
Bom dia, sô António
ResponderEliminarE fazendo jus ao seu post - Ó eu aqui a rir :-)
Bem dito. Um resumo interessante.
ResponderEliminarOu, noutras palavras, tão conhecidas - "se soubesse, o que sei hoje!"
Presumo que o facto de ter sabido antes de saber, não pararia o tempo, e das escolhas feitas não há arrependimento, no momento foram as melhores.
EliminarOlá Fox, boa tarde
Concordo.
EliminarDe nada vale o arrependimento.
Neste caminho que trilhamos, importa apreender ( ...e mesmo assim ) e tentar fazer melhor.
( já agora, convido-te a visitar o meu lugar )