Imagem gerada por IA
Fomos
construídos
com tempo
e pelo tempo
como paredes lentas
erguidas em silêncio
Vê-me
A mim
pelos teus olhos
como quem reaprende
o contorno de uma casa
que já habitou
e procura-me
se eu falhar no presente
no cerne da tua memória
onde ainda respiro
sem que o saibas
porque há coisas
que o tempo não leva
e nomes
que ficam
mesmo depois de nós
com tempo
e pelo tempo
como paredes lentas
erguidas em silêncio
Vê-me
A mim
pelos teus olhos
como quem reaprende
o contorno de uma casa
que já habitou
e procura-me
se eu falhar no presente
no cerne da tua memória
onde ainda respiro
sem que o saibas
porque há coisas
que o tempo não leva
e nomes
que ficam
mesmo depois de nós
***
2026-04-05 – Depois de
nós
nn(in)metamorphosis
Leio o poema e o que vejo? Algo além da poesia.
ResponderEliminarBom dia, dona no, boa semana.
Serve a todos, creio :)
ResponderEliminarBoa tarde, sô António