Busca-se amor no vento
no toque leve do pensamento
na pausa breve do silêncio
quando a noite abranda por dentro
no toque leve do pensamento
na pausa breve do silêncio
quando a noite abranda por dentro
Procura-se em
ruas vazias
em madrugadas frias
no eco distante dos passos
e nas pequenas nostalgias
em madrugadas frias
no eco distante dos passos
e nas pequenas nostalgias
Há quem o
encontre num olhar
há quem o perca sem notar
como areia entre os dedos
ou ondas desfeitas no mar
ou ondas desfeitas no mar
Porque o amor,
tantas vezes
não chega com voz nem aviso
vive escondido nas brisas
nos gestos sem compromisso
E fica
leve, invisível, constante
como o vento que passa
mas nunca passa verdadeiramente
leve, invisível, constante
como o vento que passa
mas nunca passa verdadeiramente
***
2026-06-15 – No Vento que Fica
nn(in)metamorphosis
2026-06-15 – No Vento que Fica
nn(in)metamorphosis
No vento que fica e na brisa que passa.
ResponderEliminarBoa semana, dona no.
Gosto dessa imagem.
EliminarBoa noite, sô António
Pois é.
ResponderEliminarEsse amor, como perdura, como permanece...
Terrivelmente bom. ( talvez )
Fico contente que o texto tenha suscitado essa reflexão.
EliminarBoa noite, Fox