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04/11/2013

Sem parágrafo




Há quem precise de muito para sentir. Eu… não preciso nem de muito, nem de pouco, simplesmente sinto! Ponto final sem parágrafo
    
         
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04.11.2013
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15/10/2013

Doem-me os hojes


Doem-me os hojes que encerram em si tantos ontens


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        15-10-2013
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13/10/2013

O meu afilhado




O lado bom do virtual:

Um carinho virtual, dum afilhado virtual, 
como ele diz, 
"Gostei para lá de muito"


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       13-10-2013
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http://pt.netlog.com/cigano_maltes 


06/10/2013

Gramaticalmente apaixonada



Estou apaixonada pela gramática: Que põe virgulas na boca, verbos nas mãos, reticências na respiração, metáforas nos olhos… Estou mesmo caidinha



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         02.10.2013
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05/10/2013

Era uma vez




Se soubesses contar histórias, e numa delas me dissesses pequena, tão pequenina que caberia na tua mão, eu iria rir e embarcar nessa ilusão. E se me dissesses, que era bom, eu ser assim pequenina, porque poderias guardar-me no bolso da camisa, do lado esquerdo bem perto do coração, junto à pele, ao morno do teu perfume. Bom, aí… correria a afundar-me num abraço teu, daqueles que me fariam sentir mesmo pequenina, só porque, sabes, eu gosto de ti.


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       05-10-2013
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04/10/2013

(re)nascerei no Verão




Sinto na língua o sabor salgado do sol, nos olhos retenho a cor vermelha das terras de Africa, nos lábios o beijo quente e picante do gindungo e por tudo isso, quando chega o Outono e me veste, me sinto tão incompleta… Mas sei que chegarei antes dele, antecipo-o na Primavera e broto de novo com cheiro a manga madura

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        04.10.2013
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03/09/2013

Cantigas ao desafio XXIV

      A cena repetida

Há tristezas sem razão

E há razões para a tristeza
Há repetições sentidas
Sempre de forma diferente
Há alegrias desconcertantes
E desconcertantes surpresas
Há sons que marcam imagens
E há os suspiros
E os espelhos partidos
Há o levantar
O refazer a vida
O arriscar de novo
O redescobrir
O passo hesitante
O reinventar da paixão
A novidade repetida
A dor e o calor, a admiração

O sonho de não ser um pesadelo

Os sorrisos tolos a meio da tarde
Quando o som do telemóvel indica mensagem
O olhar agarotado no encontro
E a tristeza olhada na despedida
Mais o sorriso da certeza do reencontro
A incerteza quase certa
E a incógnita : Será que é desta?
 
      2013.08.02 - vc
(Cópia integral e autorizada)
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            Paixão


Ah! o estado de paixão
aquele, de paixão apaixonada
não por isto ou por aquilo
mas por gente com nome e morada
E tira o sono
e sorri à toa
e até o que era mau
é agora, coisa boa
E o amor
de bobo, assim chamado
é agora,  bolbo nado
em canteiro florido
por esperas e certezas
de duvida em si contido
Que acontece ao coração?
disparou? terá parado?
pelo toque de mensagem
agora mesmo chegado?
Ah! o estado de paixão
aquele, de paixão apaixonada
que é eterno enquanto dura
e perdura a ilusão
Que bate, rebate e grita
nessa vontade infinita
que nasce de dentro da noite
que geme, chora e se agita
nos acordes vadios… de um som
 
       2013.09.03
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25/06/2013

Onde pertenço?






Nesta travessia de tanto ler e falar, de e com tanta gente, fui-me apercebendo que somos muitos, os que não encontram, como seu lugar, o lugar que ocupam, a sensação inquietante de se sentir estrangeiro, ou figurante de um filme que não foi escrito para si, vai em número, muito além do imaginado como possível.


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       25-06-2013
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