Já paraste para analisar
a improbabilidade
da nossa existência?
Somos pó que aprendeu a olhar o céu
silêncio que se fez palavra
um breve clarão entre dois infinitos
a que chamamos vida
E, no ntanto, aqui estamos
a tropeçar em dias comuns
a esquecer o milagre discreto
de cada batida do coração
Há universos no gesto simples
de tocar, rir, sentir saudade
Há uma eternidade escondida
no agora que quase deixamos passar
Talvez existir seja isto
um espanto que se repete
um improvável que floresce
mesmo quando não reparamos
E ainda assim
contra todas as probabilidades
somos
***
nn(in)metamorphosis
Olha que escrita mais linda!!!
ResponderEliminarBoa tarde, dona no.
Boa tarde, sô António
Eliminar