Creio não saber quem é a CC mas , que tudo corra bem à CC, é o que desejo. Quanto às gentes dos blogues, comungo da sua opinião, com o tempo tornam-se parte da família, amigos que moram longe, gente com quem nos preocupamos, quando se ausentam, quando nos fazem saber de suas dores - gente com quem rimos e nos alegramos com a sua alegria e as suas victórias.
Sinceramente, eu sou, anti dias disto e daquilo Nas várias vertentes em que o amor se tece, ele deveria estar sempre presente e não só no dia tal ou tal.
Os dias do pai, da mãe, dos filhos, dos avós, dos enamorados, dos
casados e solteiros, do homem e da mulher DEVERIAM ser todos os dias A cada dia, qualquer pessoa deveria sentir-se amada e respeitada. Haver dia disto e daquilo, só me diz, que há carência de afectos, e que alguém, decidiu um dia limpar-se e, ajudar a limpar, todos os que de alguma forma se sentem em falta. Para o comércio foi bom Mas afectos não se comercializam, sentem-se ou não Para ti amiga/o, real, virtual ou até oculto... Para ti desconhecido/a, toda uma vida cheia de afectos é o que te desejo, hoje 14 de Março de 2017, e sempre.
Está frio. É verdade. O sol está lindo, mas não aquece o invólucro. É verdade. Mas, e ainda assim, o azul finíssimo misturado na imensa luz solar, aquece o ânimo, faz abrir os olhos de espanto à beleza despida das árvores, ao peso da geada que as plantas frágeis, nos jardins, suportam estoicamente, às gotas de água, formadas pela condensação, suspensas e resplandecentes, que vaidosas, nos mostram as cores do arco íris. Aconchego o casaco, ponho o meu melhor sorriso e entro no café - chávena escaldada sem colher nem açúcar, certo? pergunta numa afirmação o "Dom patrão" - plagio o Xilre :-)) teria eu melhor a quem plagiar? Bem me parecia. Estava uma delícia aquele café e, agora, quente que está o ânimo e o invólucro, vou às favas enquanto as ervilhas enchem. ***** 2017-01-18 nn(in)metamorphosis
Desde há uns quantos anos, que decidi não acumular cacarecos inúteis , que me rouba espaço e tempo - já falei desse assunto AQUI - agora. o tempo é o de limpar a mente e dar real valor ao que na verdade me faz falta para ser mais feliz. O mundo em que vivemos é atravessado a cada segundo por informação meteórica, que mal conseguimos acompanhar. Coloca no vértice do tornado, agentes e vítimas de uma avalanche de mudanças a que nos habituamos a designar como progresso. Obviamente, que nos beneficia e facilita a vida, mas também cobra alto tributo, que a grande maioria tem tendência a pagar sem sequer pestanejar. Fascinados pelos milagres tecnológicos e científicos, pelos tão sedutores e sofisticados artefactos que, hoje, somos capazes de produzir e consumir, abstraímo-nos do quanto eles nos privam das mais preciosas aquisições subjectivas, sociais e culturais. Creio que foi Sócrates que disse algo parecido com "Estou apenas a observar quantas coisas existem e das quais não preciso para ser feliz."
Ah, o segundo dia do ano valeu por muitos dias. Não atravessei o rio junto à Serra do Pilar, não vi o velho casario que ser estende até ao mar. Cheguei a casa, por outro lado, pela A1 mas, ainda assim, aquele aperto no peito, aquela saudade, que nem sabia ser tão grande, fez disparar o coração em festa. E vejo-me a passar de abraço em abraço, de beijo em beijo, de um - tás na mesma prima - com aquele sotaque, que já perdi, mas que recupero 15 minutos depois, entre um - carago muaça taba a ber que morria sem te boltar a ber - Este segundo dia do ano, levou-me às Antas, à Areosa, a Àguas Santas, e que maravilha de sabores e texturas me deram o almoço em Pedras Rubras. E que calorzinho bom, bom e muito, trouxe no regresso, tanto que me atrevo a dizer, vai durar até a uma próxima visita. Este ano, o segundo dia, foi o primeiro dos muitos que espero, bons, para este ano que começa. ***** 2017-01-02 nn(in)metamorphosis
E eis-me chegada a mais um ano novo, onde já me vou sentindo velha para estas correrias, de receber em festa, um ano que nem sabemos se nos vai premiar. Acabo de me dar conta que, deveríamos antes festejar o ano que finda, pelas coisas boas que nos deu, sim porque um ano nunca é feito só de coisas más. Vou pensar nisso para o próximo fim de ano, entretanto estou cansadita de comer, de beber nem por isso, sou fraquita a beber, mas dancei até mais não poder, tive razões para rir muito, e estive no meio de gente de quem gosto muito. Ano velho, obrigada por teres existido. Que o novo, se não for melhor, seja pelo menos igual a ti. ***** 2017-01-01 nn(in)metamorphosis
Passam os segundos, os minutos, as horas, os dias, as semanas, os meses, os anos.
Passa a meninice alegre, a adolescência inconsequente, a juventude furiosa, os anos dourados, e depois... vão passando todos os outros... Quando olho para trás, encontro uma mulher parecida comigo - por acaso eu mesma - porém, essa mulher sabia menos, conhecia menos lugares, menos emoções... Inexplicavelmente, na ignorância, era muito mais feliz
Quando eu fizer 90 anos (se lá chegar - falta muito) prometo que vos digo o que ainda me lembrar de mim, até lá, vou sendo aquilo que rabisco.
Chora com vontade Beija muito Faz aquilo que mais temes Luta pelo que acreditas Erra Pensa em novas possibilidades Muda de opinião Grita Importa-te menos Junta amigos
Namora
Quer loucamente
Ri frequentemente
Sonha Trabalha com prazer Usa a imaginação Vive Cuida de ti Mantém o blogue vivo Eu gosto de te ler Festas Felizes Beijos para quem for de beijos Abraços para quem for de abraços