Se setembro fosse gente
teria o bronzeado dos últimos dias de verão
cheiraria a livros novos e cadernos por estrear
traria nos bolsos a promessa de lareiras acesas
castanhas assadas cacau quente e silêncios bons
Falaria com voz de brisa entre folhas douradas
vestiria suéter leve e meias de lã
guardaria memórias do mar entre os dedos
e olharia o futuro com olhos de recomeço
Tocaria o coração com mãos de saudade
oferecendo tardes douradas e manhãs frescas
com um sorriso tímido de quem parte devagar
mas deixa o outono inteiro por desvendar
teria o bronzeado dos últimos dias de verão
cheiraria a livros novos e cadernos por estrear
traria nos bolsos a promessa de lareiras acesas
castanhas assadas cacau quente e silêncios bons
Falaria com voz de brisa entre folhas douradas
vestiria suéter leve e meias de lã
guardaria memórias do mar entre os dedos
e olharia o futuro com olhos de recomeço
Tocaria o coração com mãos de saudade
oferecendo tardes douradas e manhãs frescas
com um sorriso tímido de quem parte devagar
mas deixa o outono inteiro por desvendar
(Um poema para o meu
aniversário)
nninmetamorphosis
Poema? Aniversário?
ResponderEliminarÓ dona no, explique lá isso.
Atão! Eu também nasci, também tenho um dia meu.
EliminarBom dia, sô António :)
Já agora ... qual é esse dia?
EliminarHoje mesmo :)
EliminarParabéns atrasados mas sentidos.
EliminarOra atão parabéns e tudo de bom :) Um abracinho apertadinho :)
ResponderEliminarObrigada, sô Gil
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