Vivo a minha vida
sem pressas nem mapas. Deixo que os dias me levem, sem grandes planos nem
promessas. Não persigo o que foge, mas também não ignoro o que me chama. Gosto
das pequenas coisas: um olhar distraído, um som de fundo, um instante que
parece nada e acaba por ser tudo.
Aprendi que o sentido das coisas aparece quando deixo de o forçar. Que as
quedas ensinam, mesmo quando doem. E que o tempo tem um jeito curioso de pôr
tudo no lugar, mesmo o que parecia perdido.
Não procuro perfeição; procuro presença. Vivo entre o caos e a calma, a tentar
ser inteira, mesmo quando não percebo bem o porquê de tudo.
***
2025-10-21 - Essência
nn(in)metamorphosis
Ainda há gente que procura saber viver.
ResponderEliminarUma coisa de cada vez, um dia de cada vez ...
Boa noite, dona no.
O tempo das correrias já lá vai - Agora é o tempo de saborear. :)
EliminarBoa noite, sô António
O que importa é mesmo este equilibrio e a vontade de viver tudo dentro de uma matematica dentro do tempo. Perfeito.
ResponderEliminarAbraços na feliz semana.
Essa é a chave, creio. Equilibrio.
ResponderEliminarGrata pela visita
Boa tarde
Um desabafo, um sentir, com tantos momentos que me aprazem, não fosse eu um fervoroso defensor do valor que deve ser dado às pequenas coisas,
ResponderEliminarSaudades, um beijinho para ti “miúda do norte”
Olha, olha quem é ele, voltas tea?
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