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15/10/2012

Silêncio




De tão calada até parecerá, que não sinto nada, que não penso nada. Grande o engano. Apenas não encontro palavras à medida do que trago cá dentro. Só o silêncio. Brados e murmúrios são agora inaudíveis. Soam em tempestuoso alvoroço. Intensos, densos… Mas só por dentro.
 

 

***

2012-09-15 – Silêncio
nn(in)metamorphosis


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