Apetece-me...
despir-me de roupas e de calçado, fechar os olhos, enrolar-me em mim mesma e
simplesmente não pensar.
Apaga-se a luz das estrelas
na imensidão perde-se o pensamento
Silêncio… inexistência
Na ausência permanece o amor
ecoam memórias de paixão
sonhos confundem-se com verdade… imaginação
Não é o peso da ausência que mata
mas a dor da indiferença que fere
deixando na boca um gosto de fel… amargura.
Tinge-se o céu de negro
pintam-se estrelas de tristeza
A ausência enlouquece… dormência
Na solidão, o olhar
irrefutável prova
da ausência… consequência
na imensidão perde-se o pensamento
Silêncio… inexistência
ecoam memórias de paixão
sonhos confundem-se com verdade… imaginação
mas a dor da indiferença que fere
deixando na boca um gosto de fel… amargura.
pintam-se estrelas de tristeza
A ausência enlouquece… dormência
irrefutável prova
da ausência… consequência
***
2010-10-09 – Cheia de Nada
nn(in)metamorphosis

Li as primeiras frases, antes da imagem, e pensava que era tudo... e tudo (já) era muito bom e belo, apesar de triste.
ResponderEliminar... mas a poesia continuou.
Com um ramo de :-) (sorrisos)
Só posso agradecer as suas palavras, embora não me ache merecedora delas.
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