NÃO!

NÃO!

20/01/2014

O dia em que aprendemos a viver, ou começamos a morrer?



Um dia… aprendemos
a movermo-nos no silêncio dos caminhos empedrados, na suavidade da relva fresca, a amar o som das árvores, e o real valor da palavra contubérnio(1),  que viver, é mais do que estar pleno de vida, movermo-nos livremente e sentirmos com intensidade desmedida
 Aprendemos tudo isso, quando o corpo olvida a luxúria da carne viva.




(1) Vida em comum=Coabitação

Vida em comum. = COABITAÇÃO

"contubérnio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/contub%C3%A9rnio [consultado em 21-03-2014].
Vida em comum. = COABITAÇÃO

"contubérnio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/contub%C3%A9rnio [consultado em 21-03-2014].Vida en comum=
1. Vida em comum. = COABITAÇÃO

"contubérnio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/contub%C3%A9rnio [consultado em 21-03-2014].
1. Vida em comum. = COABITAÇÃO

"contubérnio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/contub%C3%A9rnio [consultado em 21-03-2014].
Vida em comum. = COABITAÇÃO

"contubérnio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/contub%C3%A9rnio [consultado em 21-03-2014].
Vida em comum. = COABITAÇÃO

"contubérnio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/contub%C3%A9rnio [consultado em 21-03-2014].
Vida em comum. = COABITAÇÃO

"contubérnio", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/contub%C3%A9rnio [consultado em 21-03-2014].



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       2014.01.20
nn(in)metamorphosis


17/01/2014

Controvérsias








Não falo de sonho reflectido no olhar,
falo do sítio, do ar, do sol no rosto

 Não falo da dificuldade para sentir o simples,

falo que nada é mais simples que sentir

 Não falo de noites umas iguais às outras,

Falo de dias em que se pernoita acordados

 Não falo do que sempre soube,

falo do que se pode aprender

Não falo de amor e paz,
falo da guerra adentro da pele

Não falo de olhos nos olhos,
falo de vontades neles diluídas

Não falo de solidão,
falo de ausência


*****
2014.01.17 
nn(in)metamorphosis 

12/01/2014

Desarvoradas obscuridades



Chegas tão devagarinho
que quase te consomes
nas sombras que me visitam
quando, ao abandono
escrevo palavras soltas.
A lua não apareceu
talvez tenha encalhado
na madrugada da noite anterior
quando já dormias.
E as estrelas, essas
rumam desnorteadas
neste mar de letras
que se queriam
oceano de palavras
mas se dissipam nas dunas
que não foram nossas.


 *****
2014.01.12 
 nn(in)metamorphosis